Segunda-feira, Novembro 28, 2022

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Custos Operacionais de Produção de Petróleo e Gás em Declínio Globalmente

Os custos de produção operacional na indústria de petróleo e gás caíram em todo o mundo, o Reino Unido a liderar com um potencial de redução de custos em regiões offshore. 

Com o objectivo de mitigar os efeitos cambiais, após examinar a redução regional do Opex por barril, medido em moeda local, os resultados são claros de 2014 a 2018, o Reino unido reduziu os custos operacionais de produção em 31% seguidos pela Noruega com 19% e os Estados Unidos com 15%. 

A redução nas despesas operacionais foi resultado em grande parte, de regiões offshore no Reino unido, Brasil, Nigéria, Angola, Golfo do México e a Noruega que foram sentindo os apertos dos preços incertos do barril de petróleo, o que por sua vez, levou os operadores e contratados a nutrir melhor práticas operacionais na busca de preços unitários mais baixos. 

Em segundo lugar, com um foco maior no planeamento estratégico, um gerenciamento de manutenção mais eficiente, crescente e uma aprimorada implementação de novas tecnologias. Deve-se notar, no entanto, que em tempos de desaceleração algumas reduções nos custos operacionais historicamente foram consequência do adiamento de manutenções. 

É importante ter isso em mente, pois as interrupções não planeadas causadas por falhas e danos dos equipamentos quadruplicaram globalmente desde 2013. 

O Reino Unido sofreu a maior redução no opex por barril de petróleo equivalente, com mais de $30/bbl em 2014 para apenas $16/bbl em 2019. A queda é atribuída a 2 factores principais, o aumento geral da produção e a queda das participações de produção de campos maduros, á medida que novos campos entraram em operação e os antigos são abandonados. 

A mudança dos ciclos de rotação,o encerro dos campos maduros e salários mais baixos também contribuíram para os níveis de custos reduzidos. A maioria dos operadores offshore do Reino Unido transferiram de 2 semanas para 3 semanas de rotações do pessoal em 2015 a 2016, que gerou uma economia salarial e logística e também a redução de números de voos necessários para transportar o pessoal para as instalações offshore. 

O Opex por BOE na Noruega está também entre os mais baixos, resultado pelo aumento da taxa de câmbio entre a coroa norueguesa (NOK) e o dólar (USD), que cresceu em média de NOK 6,3 por $1 em 2014, para uma média de NOK 8,3 por $1 em 2017. 

Em contraste, o custo operacional do México por Boe aumentou desde 2016, resultado da redução da produção e de uma parcela crescente de campos maduros.  

O Reino Unido alcançou a maior redução nas despesas operacionais por unidade de produção mesmo em consideração com as despesas em moeda local. A Noruega e os EUA seguem logo atrás com cada um dos três líderes a fazer negócio principalmente em suas respectivas moedas domésticas. 

Nota-se que Angola e a Nigéria normalmente realizam as suas transações operacionais em dólares americanos, por esse motivo ao considerar os gastos operacionais em moedas local, os 2 países presenciaram disparos no opex graças a alta inflação local, enquanto que a mudança real no opex provavelmente não é tão alta em magnitude. (Oilprice).

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