Sábado, Novembro 26, 2022

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Lucro Combinado das Principais Companhias Petrolíferas do Mundo Cai 4% no 1º Trimestre 2019

O aumento da produção nos EUA pesou sobre os preços do petróleo no 1º trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Os preços mais baixos, combinados com margens fracas de refino, impactaram as receitas e lucros líquidos de muitas das maiores empresas listadas do mundo na indústria do petróleo.

De acordo com dados compilados dos relatórios do 1º trimestre de 2019 das 12 maiores empresas listadas na indústria petrolífera – ExxonMobil, Chevron, ConocoPhillips, Halliburton, Schlumberger, Baker Hughes, BP, Royal Dutch Shell, Total, Eni, Equinor e Rosneft. – o lucro líquido combinado e as receitas dessas empresas foram menores no primeiro trimestre deste ano em comparação com o primeiro trimestre de 2018.

A receita combinada dessas 12 empresas declinou 4,63%/ano  para cerca de $393,5 bilhões no 1º trimestre de 2019. O lucro líquido combinado caiu 4,45%  para $23,6 bilhões, abaixo dos $ 24,7 bilhões arrecadados no 1T 2018.

A Shell foi a empresa com melhor desempenho, atingindo o maior lucro líquido e receita em termos absolutos. A Shell foi uma das últimas empresas de petróleo a reportar os lucros do primeiro trimestre e foi a que se destacou entre os melhores resultados, já que seus negócios de comércio e gás natural compensaram os preços fracos do petróleo e as margens de refino que assolaram as outras companhias.

A volatilidade nos preços do petróleo e as baixas margens de refino resultaram em baixos lucros para as 5 maiores empresas petrolíferas no 1T 2019, o que indica que o Big Oil não deve permanecer complacente depois da indústria ter emergido de uma das piores recessões da geração.

As 5 maiores – ExxonMobil, Chevron, BP, Total e Shell – reportaram uma série de resultados para o primeiro trimestre de 2019. Embora os ganhos líquidos em todas as companhias tenham sido menores do que no 1º trimestre, devido à queda nos preços médios do Brent Crude em relação ao primeiro trimestre de 2018 e às fracas margens de refino que prejudicaram os lucros, algumas super-grande como a Shell, excederam as expectativas dos analistas com fortes lucros comerciais e de venda de gás natural. (Oilprice).

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