Quinta-feira, Maio 19, 2022

Petrobras Inicia Produção do 3º Maior Campo de Petróleo do Pré-sal

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A petrolífera estatal brasileira – Petrobras, iniciou a produção de petróleo e gás do gigante campo de Mero por meio da FPSO Guanabara, o primeiro sistema de produção definitivo instalado no campo localizado no pré-sal da Bacia de Santos, no offshore do Brasil.

A FPSO Guanabara tem capacidade para processar até 180 KBPD de petróleo e 12 Mm3 de gás, o que representa 6% da produção operada pela Petrobras, contribuindo para o crescimento esperado da produção da empresa. O campo de Mero é o 3º maior campo de petróleo do pré-sal, atrás apenas dos campos de Búzios e Tupi, e está em pré-produção desde 2017 com cerca de 50 KBPD processados através da FPSO Pioneiro de Libra. 

A FPSO Guanabara chegou ao campo Mero no final de Janeiro de 2022. Nesse período, foi conectado a poços e equipamentos submarinos e passou por testes finais antes de iniciar a produção. Para a primeira fase serão conectados à FPSO um total de 6 poços produtores e 7 injetores. Espera-se que a plataforma atinja o pico de produção até o final de 2022.

A primeira fase será seguida por 3 fases adicionais de desenvolvimento, com os FPSOs Mero-2, Mero-3 e Mero-4, cada um com capacidade de produção de 180 KBPD, com os inícios de produção programados entre 2023 e 2025. De acordo com a Petrobras, o campo de Mero está a desenvolver uma tecnologia inédita para separar no fundo do mar o gás rico em CO2 do óleo, para posteriormente ser reinjetado no reservatório ainda no fundo do mar, diminuindo a quantidade de gás que chega ao FPSO, o que reduzirá emissões de gases de efeito estufa e aumentará a disponibilidade do FPSO para comportar mais petróleo e a eficiência do projecto. 

A gigante brasileira do petróleo e gás afirmou que essas iniciativas estão alinhadas com o seu compromisso de reduzir a intensidade de carbono na área de Exploração e Produção em 32% até 2025. 

O campo unificado de Mero é operado pela Petrobras com uma participação de 38,6%, em parceria com a Shell Brasil Petróleo (19,3%), TotalEnergies EP Brasil (19,3%), CNODC Brasil Petróleo e Gás (9,65%), CNOOC Petroleum Brasil (9,65%) e a Pré-Sal Petróleo SA-PPSA (3,5%), como representante da União na área não contratada.

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