Domingo, Outubro 2, 2022

Total Retoma Perfuração em Angola

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A petrolífera francesa Total, retomou a perfuração de petróleo offshore Angola com a plataforma Skyros, enquanto outras 2 deverão iniciar as operações na semana que se segue.

Num momento em que a petrolífera revelou seus planos de curto e médio prazo para as operações em Angola, a empresa reconheceu que a crise causada pela COVID-19 e a queda dramática nos preços do petróleo impactaram a economia mundial e que a Total não estava imune a isso.

Em resposta, a Total elaborou um plano de acção a nível do grupo para reduzir seus investimentos, opex e o programa de buy-back. A empresa também está focada em projectos já sancionados, como Zinia Fase 2 e Clov Fase 2 no Bloco 17 ou Caril e Mostarda East no Bloco 32.

A Total está a acelerar suas atividades offshore Angola e reiniciará a perfuração de poços, assim como realizará aquisições sísmicas e operações não rotineiras de produção e manutenção em ambos os blocos 17 e 32.

A plataforma Skyros já se encontra no Bloco 32 e a Maersk Voyager deve reiniciar a perfuração no final de Agosto, enquanto o reinício da West Gemini é esperado nas próximas semanas. Desta forma, a companhia petrolífera francesa foi a 1ª operadora a reiniciar as atividades offshore não essenciais em Angola.

O relatório de estado das frotas da Maersk Drilling confirmam a retoma das operações da Total em Angola. Vale ressaltar que a Total tomou a decisão de adiar os poços exploratórios inicialmente planeados para 2020-2021 para dar prioridade aos poços de desenvolvimento e acelerar a produção de petróleo.

Além dos projectos de tie-back e infill dos Blocos 17 e 32, a Total também está a estudar os planos de desenvolvimento nos campos de Begônia e Chissonga.

Estes 2 investimentos, juntamente com o desenvolvimento previsto dos projectos da Cameia e do Golfinho nos recém-adquiridos Blocos 20 e 21, irão sustentar a médio prazo os níveis de produção operada pela Total em Angola. A TEPA está actualmente a trabalhar nesses campos para propor conceitos de desenvolvimento que garantam uma economia suficiente, considerando sua estrutura fiscal e o ambiente volátil.

Espera-se que os Blocos 29 e 48 sejam perfurados nos próximos anos, sendo que o Bloco 48 será perfurado em lâmina d’água de recorde mundial. (Offshoreenergytoday).

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